Rogério começou a aprender capoeira aos 12 anos, com o Mestre Sapo (Grupo Gunga, atualmente, denominado Angola Capoeira Mãe).
Aos 17 anos, formou-se professor e conheceu a Capoeira Angola numa lendária roda de rua, em Recife, onde teve a oportunidade de apreciar mestre Cobrinha Mansa jogar.
A partir daí, o grupo procurou maior contato com a Capoeira Angola, realizando oficinas nas quais grandes nomes participaram, como: Mestre Bobó, Canjiquinha, Boca Rica e a viúva de Mestre Pastinha, D. Nice.
Em 1993, Mestre Morais realizou oficinas de capoeira em Recife e Olinda. Ao final do evento, escolheu dois professores para representar o GCAP em Olinda: Rogério Lourenço e Nino Faísca.
Após mais de um ano com o GCAP, Rogério enfrentou problemas pessoais, com a doença e o falecimento de seu filho, o que o afastou da capoeira por meses, levando o Mestre Morais a acabar com o GCAP em Olinda.
Retomando suas atividades capoeirísticas, Rogério voltou a cuidar do grupo Gunga, onde ficou até 1995, quando decidiu realizar um trabalho com crianças carentes em Olinda, formando seu próprio grupo: Associação Comunitária do Grupo São Bento Pequeno de Capoeira Angola.
Em 1997, o grupo associou-se à ABCA (Associação Brasileira de Capoeira Angola), e Rogério teve a oportunidade de conhecer Mestre Gildo Alfinete, aluno de Mestre Pastinha, que na ABCA ocupa o cargo de Presidente do Conselho de Mestres. A partir de então, Mestre Gildo Alfinete tem sido um dos grandes incentivadores do trabalho de Rogério, como o Mestre Moraes, Mestre João Grande e outros.
Em 11 Março de 2005, a Associação Brasileira de Capoeira Angola reconheceu a sua capacidade como capoeirista, entregando a ele, um diploma de Mestre de Capoeira Angola. No mesmo ano vai para a Itália, estabilizando-se em Roma, onde continua com seu trabalho na capoeira. |